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NOTÍCIAS

Lisboa, 17 de março de 2020 - Devido à pandemia que estamos a viver, este ano o anúncio da Árvore Europeia do ano foi realizado online www.treeoftheyear.org. Por esse mesmo motivo a organização preparou um vídeo de apresentação das 16 árvores finalistas para anunciar os 3 grandes vencedores.

O prestigiado título da Árvore Europeia do ano 2020 foi atribuído ao Guardião da Vila Inundada, da República Checa, com 47.226 votos. Em 2º lugar ficou Ginko de Daruvar, a árvore Croata, com 28.060 votos e finalmente em 3º lugar o Álamo Solitário da Rússia, com 27.411 votos.

A árvore portuguesa, o milenar Castanheiro de Vales ficou em 6º lugar no concurso, com 17.048 votos!! A participação no concurso Árvore Europeia do ano serviu para nos dar a conhecer este magnífico monumento vivo que representa a história e o património cultural e natural do nosso país.

O concurso foi organizado pela Environmental Partnership Association e pela European Landowners' Organization com o apoio dos eurodeputados Ludek Niedermayer e Michal Wiezik.

Foram contabilizados 285.174 votos e os resultados foram os seguintes:

1. Guardião da Vila Inundada, República Checa, 47.226 votos
2. Ginko de Daruvar, Croácia, 28.060 votos
3. Álamo Solitário, Rússia, 27.411 votos
4. A Árvore das Bruxas, Holanda, 18.452 votos
5. Abeto multisecular – Guardião de Cibin, Roménia, 18.279 votos
6. O Castanheiro de Vales, Portugal, 17.048 votos
7. O Carvalho de Allerton, Reino Unido, 16.449 votos
8. A Árvore da Liberdade, Hungria, 16.093 votos
9. A Azinheira das três-pernas, Espanha, 14.456 votos
10. Sorveira, Eslováquia, 13.582 votos
11. A Faia multissecular de St-Jammes, França, 12.192 votos
12. Sabugueiro, Polónia, 11.691 votos
13. Teixo da Bruxa, Irlanda, 11.372 votos
14. O respeitável Carvalho na Vila Novo Selo, Bulgária, 11.191 votos
15. A Árvore da Liberdade, Bélgica, 10.945 votos
16. Carvalho de Valonia de Tricase, Itália, 10.730 votos

Agradecemos a vossa participação, partilha e entusiasmo e esperamos contar com todos no próximo ano.

Para mais informações contacte: UNAC - União da Floresta Mediterrânica | Leonor Serzedelo | Tel.: 21 710 00 14 | Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Documento da integra dísponivel  aqui.

 

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PRESS RELEASE

Assista em directo à Cerimónia de Entrega de Prémios da 10ª edição do concurso “Tree of the Year". Conecte-se com os amigos das árvores de toda a Europa para celebrar a beleza e a singularidade das árvores vencedores deste ano.



Lisboa, 16 de março de 2020 – 16 países participaram este ano na 10ª edição do Concurso Europeu Tree of the year. Durante o mês de fevereiro, os europeus puderam escolher a sua árvore preferida através de um sistema de votação on-line.

O concurso Tree of the year valoriza a importância das árvores no património natural e cultural da Europa bem como os ecossistemas que estas providenciam. O concurso não  procura apenas a árvore mais bonita, mas aquela que tem uma história enraizada na vida e no trabalho das pessoas e da comunidade que a envolve.

A representar Portugal esteve o Castanheiro de Vales, que conquistou os portugueses com a sua grandiosa cavidade que guarda inúmeras histórias.

É já amanhã dia 17 de Março, às 15h30, que decorre a Cerimónia de Entrega de Prémios! Pode assistir em direto ao anúncio dos resultados, conectando-se com os amigos de árvores de toda a Europa para celebrar a beleza e a singularidade das árvores vencedores de 2020.

Conecte-se com o Facebook, Youtube ou site da Árvore Europeia do Ano para se manter atualizado.

A UNAC foi o parceiro escolhido para organizar o concurso a nível nacional. 

As histórias das árvores a concurso encontram-se disponíveis em: https://www.treeoftheyear.org/Vysledky?lang=pt-PT


Para mais informações contacte: UNAC - União da Floresta Mediterrânica Leonor Serzedelo | Tel.: 21 710 00 14 Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

 

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Sintonize LIVE e descubra dia 17 de Março às 15h30

 

Caro amigo da Árvore,

Assista ao anúncio dos resultados do 10º Concurso Europeu da Árvore do Ano em directo. Conecte-se com os amigos de árvores de toda a Europa para celebrar a beleza e a singularidade das árvores vencedores deste ano.

Siga o Facebook, Youtube ou site da Árvore Europeia do Ano para se manter atualizado..

Faz 10 anos que procuramos as árvores com as histórias mais interessantes por toda a Europa. Apoie a nossa missão.

Árvore Europeia do Ano 2020

 

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O Castanheiro de Vales ocupa o 6º lugar no Concurso European Tree of The Year 2020

 

Lisboa, 24 de fevereiro de 2020 – Entramos hoje na última semana do período de votações do concurso European Tree of The Year 2020, que termina a 29 de fevereiro.
O Castanheiro de Vales, árvore que representa Portugal no concurso, ocupa o 6º lugar com 12 661 votos. Em 1º lugar encontra-se o Guardião da Vila Inundada, da República Checa, com 34 885 votos [resultados às 13h00 de dia 22-02]. A partir de ontem, 23 de fevereiro, e até ao final das votações os resultados estarão ocultos.

Com o seu voto acreditamos que ainda podemos chegar ao pódio!

O acesso à votação e as histórias das 16 árvores em concurso, encontram-se disponíveis em https://www.treeoftheyear.org/vote

 

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Vales, 14 de fevereiro de 2020 – Decorreu hoje, em Vales, na freguesia de Tresminas, concelho de Vila Pouca de Aguiar, a entrega do prémio ao vencedor do concurso nacional da Árvore do Ano.

A cerimónia de entrega do prémio contou com a participação do Presidente da Câmara de Vila Pouca de Aguiar que, nas palavras de boas-vindas dirigidas aos convidados, destacou a importância da preservação do património, reforçando várias vezes o papel dos espaços florestais para a economia local.

A Secretaria de Estado da Conservação da Natureza, Florestas e Ordenamento do Território, representada pela Arq.ª Sandra Sarmento salientou a importância da valorização do património florestal na projeção das comunidades do interior do país. Referiu também a ligação indissociável da componente agrícola e da componente florestal no caso concreto dos soutos. 

Fernando Marques, o proprietário do Castanheiro de Vales, agradeceu a presença de todos e assumiu ”Continuarei a preservar esta árvore que não é minha, mas é de todos os que aqui passarem”. 

Raquel Lopes, promotora da árvore, evidenciou que todas as árvores monumentais deveriam ser cuidadas e protegidas como o Sr. Fernando Marques cuida o Castanheiro de Vales.
O Prof. Jorge Lage sendo um amante dos castanheiros, salientou que o Castanheiro é o espelho da alma transmontana, o seu fruto uma dádiva dos Deuses, que já foi essencial em épocas de fome. Depois dos descobrimentos, com a introdução do milho e da batata, foi desaparecendo da dieta dos portugueses, mas que felizmente, em 1994 com o início da comercialização da castanha congelada assistiu-se a um novo impulso nas vendas.

A UNAC, organizadora do concurso, esteve representada por Leonor Serzedelo, Assessora da Direção, a quem coube apresentar a iniciativa “Árvore do Ano”. Aproveitou igualmente a ocasião para apelar ao voto no Castanheiro de Vales na competição a nível europeu, cuja votação está a decorrer até ao dia 29 de Fevereiro em www.treeoftheyear.org/vote.

Em paralelo à atribuição do Prémio Árvore Portuguesa do Ano 2020, decorreu um concurso de desenho sobre o Castanheiro, com a participação de alunos da escola de Campo de Jales. Deste concurso saiu vencedor o desenho de Bárbara Carvalhais, de 8 anos de idade, que verá a sua obra exposta no Parlamento Europeu por ocasião da entrega do prémio da árvore europeia do ano, no dia 17 de março.

A cerimónia em Vales terminou com um magusto em redor do magnífico Castanheiro com um perímetro do tamanho de um abraço de 18 crianças.

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Documento na Íntegra disponível AQUI.

Programa do evento disponível AQUI.

 

O milenar Castanheiro de Vales representa Portugal em 2020

 

Lisboa, 31 de janeiro de 2020 – Entre 1 e 29 de fevereiro decorrem as votações para o 10º Concurso Europeu Tree of the year 2020 para escolher a árvore europeia com a história mais interessante.

O concurso europeu é uma final constituída pelos vencedores do concurso nacional de cada país, estando Portugal representado pelo Castanheiro de Vales, vencedor do concurso Árvore do Ano no nosso país. Competem na edição deste ano 16 árvores que representam os 16 países participantes, podendo votar em treeoftheyear.org/vote.

Embora seja possível votar na sua árvore preferida até 29 de fevereiro, na fase final do concurso, designadamente a partir de 23 de fevereiro, as classificações do Concurso Árvore do Ano Europeia deixarão de estar visíveis. O vencedor só será conhecido no dia do anúncio final. A Entrega de Prémios decorrerá no Parlamento Europeu em Bruxelas, no dia 17 de março, numa cerimónia que será conduzida pelos eurodeputados Luděk Niedermayer e Michal Wiezik.

 Castanheiro Tresminas Raquel Lopes

                                                                      Fotografia: Raquel Lopes

 

Documento da integra dísponivel aqui.

Regras de votação disponíveis aqui.

 

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21 de janeiro de 2020, LisboaNum evento organizado pelas associações europeias de produtores florestais (CEPF, Copa-Cogeca, ELO e EUSTAFOR) a UNAC salientou a importância dos montados de sobro e de azinho enquanto florestas multifuncionais e o seu contributo na prestação de serviços do ecossistema, sensibilizando para a necessidade de considerar os sistemas agroflorestais na Estratégia Florestal Europeia que será elaborada durante o ano de 2020.

Moderado pelo deputado Petri Sarvamaa, relator da iniciativa parlamentar dedicada à Estratégia Florestal Europeia, neste evento foram apresentadas várias tipologias de floresta na Europa, tendo ficado demonstrado que a diversidade existente obrigará a soluções feitas à medida e não a receitas transversais. A necessidade de equilíbrio entre as componentes economia x ambiente x social foi salientada como urgente, ao contrário do que aparenta estar plasmado no recente Green Deal, em que o ambiente parece sobrepor-se às restantes vertentes, pressupondo que a futura Estratégia Florestal estará enquadrada numa Estratégia Europeia para a Biodiversidade e não o contrário.

As florestas foram chamadas a ter um papel crucial na política de adaptação e mitigação climática, mas o sucesso depende das soluções propostas acautelarem a componente produtiva, uma vez que esta se afigura como fundamental na manutenção e desenvolvimento das economias rurais.

Também na prestação dos serviços de ecossistema ficou patente que a maximização de determinados serviços, nomeadamente através da renaturalização das florestas constituirá um risco à conservação das mesmas nos ecossistemas mediterrânicos, onde o fogo é o maior risco a considerar. As florestas precisam de gestão para um contributo eficaz em termos de sequestro de carbono, preservação da biodiversidade, conservação do solo e da água, resiliência aos incêndios florestais, etc.

Em Portugal, numerosos estudos científicos comprovam que a gestão dos montados assegura uma maior quantidade e diversidade nos serviços do ecossistema do que os montados abandonados ou intensamente explorados em todos os seus recursos. Foi, e é ainda, a conjugação da silvicultura e da agricultura na mesma parcela que permitiu chegar até hoje com este património florestal de elevado valor ambiental. Esperamos que continue a sê-lo numa futura estratégia europeia.

Leaving the forests to himself will dramatically worsen the current status. If we manage to include multifunctionality on the European Strategy for Forestry, we have earned this day.

Foram as palavras finais do eurodeputado Petri Sarvamaa, no encerramento do evento.

 

PARA MAIS INFORMAÇÕES: CONCEIÇÃO SANTOS SILVA | 934 306 579 

Documento na íntegra disponível AQUI.

As alterações climáticas impactam de forma transversal as florestas a nível mundial, pelo que os sinais de perda de vitalidade que temos vindo a observar no ecossistema montado não são uma exceção, mas a expressão, no mediterrâneo, de fragilidades que também se fazem sentir noutras latitudes. Um dos objetivos atualmente prioritários da gestão florestal é procurar minimizar esse impacto.

 

in: VIDA RURAL, dezembro 2019/ janeiro 2020 

Artigo na integra disponível para consulta AQUI.

A FILCORK- Associação Interprofissional da Fileira da Cortiça, passa a informar os operadores económicos dos resultados obtidos e principais conclusões relativamente à campanha de extração da cortiça em 2019:

  • A campanha de extração da cortiça de 2019 concretizou as expectativas do sector em termos de quantidades de cortiça produzida;
  • Estima-se uma produção na ordem das 4 milhões de arrobas em Portugal e 2,2 milhões de arrobas em Espanha, totalizando 6,2 milhões de arrobas, ou seja, cerca de 93.000 toneladas, o que representou um aumento de cerca de 13% de cortiça disponível face ao ano de 2018;
  • A quantidade de cortiça na campanha de 2019 permitiu assegurar as necessidades da indústria, face à procura do mercado e aos stocks existentes;
  • As condições climatéricas registadas nalgumas regiões do país, condicionaram a campanha e as quantidades extraídas, transitando esta cortiça para a campanha de extração de 2020;
  • Ao nível dos preços, registou-se uma redução na ordem dos 12% face ao ano anterior, uma inversão face ao aumento de 2018, ainda assim numa tendência de crescimento sustentado desde 2009 em diante;
  • Relativamente aos preços de extração, registou-se um aumento dos mesmos, continuando a ser uma realidade a dificuldade de contratação de recursos humanos;
  • No ano de 2018 alcançou-se a meta dos mil milhões de euros de exportações, registando-se um aumento de 8,1% face a 2017, fixando-se as exportações nos €1.067milhões;
  • Esta tendência de aumento regista um abrandamento em 2019. As exportações portuguesas de cortiça tiveram no período acumulado de Janeiro a Setembro de 2019, uma redução em valor de 0,1%, relativamente ao período homólogo do ano anterior (Janeiro a Setembro de 2018), num total de 807,3 milhões de euros (M€) exportados (equivalendo a uma redução de cerca de 531 mil euros);
  • Destaque negativo para a redução nas exportações no produto rolhas de cortiça natural, cilíndricas, de cerca de 21,5 M€ (-6,8%), para um aumento de 12,5% (+12,4 M€) para as rolhas de cortiça aglomerada, cilíndricas, para vinhos espumantes e espumosos;
  • De acordo com o histórico disponível espera-se para 2020 um aumento da cortiça produzida em cerca de 30%;
  • A imagem da cortiça, natural, sustentável e suporte de ecossistemas de grande valia ambiental e paisagística é valorizada pelo consumidor final. Novos produtos e novas soluções tendo por base a cortiça suportam uma estratégia de diversificação, cada vez mais efetiva;
  • A certificação florestal e a sua utilização como mecanismo de mercado é cada vez mais uma realidade. A FILCORK reconhece a importância deste modelo e da necessidade de uma transmissão efetiva de valor à base produtiva que garanta uma resposta das áreas de montado à crescente procura por produtos certificados.

A fileira continua a apostar no investimento na gestão, na inovação e na promoção da qualidade, com reflexos no produto final e na posição que detém nos mercados. A geração e transferência de informação, continua a ser uma preocupação da FILCORK, sendo concretizada através de algumas iniciativas contempladas no projeto desenvolvido no âmbito da operação 5.2.1 Interprofissionais do PDR2020, para o período 2018-2021 e na sua participação no Centro de Competências do Sobreiro e da Cortiça.

 

Para mais informações contacte: FILCORK – Associação Interprofissional da Fileira da Cortiça | Telf: 21 710 00 14

Documento na íntegra disponível para consulta AQUI

 

 

13 de dezembro de 2019, Lisboa – Reunida hoje em Assembleia Geral a UNAC enfatiza a necessidade imperiosa de assegurar financiamento para todas as Medidas Agro-Ambientais do Programa de Desenvolvimento Rural (PDR) no ano de 2020.

Sabemos hoje que são necessários 20 M€ para que seja possível manter o programa de Medidas Agro-Ambientais em todo o território nacional.

Este facto deixa apenas uma hipótese ao Governo Português: compatibilizar o uso dos fundos disponíveis no PDR para a agricultura e para a floresta e garantir o pagamento das Medidas Agro-Ambientais, um rendimento essencial à viabilidade económica destes sistemas de produção.

Num momento em que existe o compromisso europeu do Green Deal, em que a Acção Climática é uma prioridade do Estado e em que toda a sociedade se envolve em comportamentos mais sustentáveis, o Estado Português prepara-se para penalizar as boas práticas agrícolas e os sistemas mais frágeis em termos agro-ecológicos, descontinuando o pagamento das Medidas Agro-Ambientais no ano de 2020.

Este é o primeiro mau exemplo da falta de integração governativa sobre os assuntos do território rural, dissociando as florestas da envolvente agrícola e pecuária que são o seu seguro diário, pelo controlo da carga combustível que asseguram e pela presença humana que garantem.

Uma agricultura ecológica e complementar da floresta, que garanta um mosaico vivo e um modelo de desenvolvimento agro-florestal de uso-múltiplo e baixa intensidade produtiva é essencial para a resiliência dos nossos territórios rurais e para a sua acção determinante em termos climáticos: não arderem e assegurarem o sequestro de carbono.

As medidas Agro-Ambientais mais penalizadas por este corte serão as medidas específicas dos Montados, do Olival Tradicional ou do Castanheiro, medidas complementares à produção integrada e à produção biológica e aquelas que fazem maior diferença nos territórios mais frágeis, em termos sociais e ambientais.

Dentro dos fundos ainda disponíveis no PDR é perfeitamente possível em 2020 compatibilizar as necessidades para a continuidade das Medidas Agro-Ambientais (20 M€), com um pacote robusto e adequado de investimento na floresta (70 M€) abarcando as medidas de arborização e de beneficiação florestal.

A disponibilização de 70 M€ para investimento na floresta em 2020 representa um aumento superior a 20 % nas verbas lançadas a concurso e contratadas em média nos últimos 4 anos. Esta solução de compromisso responde às necessidades do sector florestal, devendo os apoios à floresta ser prioritariamente direcionados para as intenções de investimento já manifestadas.

Apoiar o modelo de produção Agro-Florestal é responder ao compromisso da sociedade e contribuir para um balanço social, ambiental e climático positivo.

 

Documento na íntegra AQUI.

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