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OS LESADOS DA FLORESTA - Presidente da União da Floresta Mediterrânica (UNAC) critica o estado

EXPRESSO | 30/03/2018

O Governo através da sua eficiente máquina de propaganda tem anunciado de forma incisiva e musculada a obrigatoriedade da limpeza dos terrenos confinantes com as habitações e perímetros urbanos por parte dos proprietários florestais.

O Primeiro-ministro anunciou mesmo no recente congresso da Associação Nacional de Municípios Portugueses uma verba relevante para limpar as florestas na área circundante das povoações.

O objectivo é relevante: baixar substancialmente o risco de incêndio nessas zonas prioritárias em termos de defesa em caso de incêndio.

É preciso clarificar que os 50 milhões de euros amplamente anunciados pelo Governo não são uma subvenção, são sim um empréstimo aos municípios para que estes se substituam aos proprietários das casas e dos terrenos e depois lhes cobrem coercivamente esse valor.

Os terrenos junto às povoações não têm um modelo de gestão adequado, que assegure um baixo risco de incêndio, porque esse mesmo modelo não tem viabilidade económica. Os proprietários florestais com propriedades confinantes com os limites urbanos de povoações e os proprietários de terrenos com habitações localizados nas periferias urbanas que a floresta invadiu não comportam o custo de anualmente manter baixo o risco de incêndio.

Artigo na íntegra AQUI.

 

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