Image
Image

NOTÍCIAS

EXPRESSO | 30/03/2018

O Governo através da sua eficiente máquina de propaganda tem anunciado de forma incisiva e musculada a obrigatoriedade da limpeza dos terrenos confinantes com as habitações e perímetros urbanos por parte dos proprietários florestais.

O Primeiro-ministro anunciou mesmo no recente congresso da Associação Nacional de Municípios Portugueses uma verba relevante para limpar as florestas na área circundante das povoações.

O objectivo é relevante: baixar substancialmente o risco de incêndio nessas zonas prioritárias em termos de defesa em caso de incêndio.

É preciso clarificar que os 50 milhões de euros amplamente anunciados pelo Governo não são uma subvenção, são sim um empréstimo aos municípios para que estes se substituam aos proprietários das casas e dos terrenos e depois lhes cobrem coercivamente esse valor.

Os terrenos junto às povoações não têm um modelo de gestão adequado, que assegure um baixo risco de incêndio, porque esse mesmo modelo não tem viabilidade económica. Os proprietários florestais com propriedades confinantes com os limites urbanos de povoações e os proprietários de terrenos com habitações localizados nas periferias urbanas que a floresta invadiu não comportam o custo de anualmente manter baixo o risco de incêndio.

Artigo na íntegra AQUI.

 

6ª edição da revista da Rede Rural Nacional | 2018 - Nuno Calado, Secretário-geral da UNAC

O ano de 2017 ficará para sempre na memória de todos os portugueses como um ano catastrófico para a floresta e para a sociedade portuguesa, com vítimas mortais, destruição de habitações, infraestruturas, empresas e 442.418 hectares de área ardida de espaços florestais.
No entanto, 2017 resulta do agravamento da falta de gestão e de ordenamento florestal, que resultam da dificuldade em rentabilizar o investimento florestal em pequena propriedade, em operacionalizar abordagens de intervenção florestal integradas (processo ainda muito recente), da desertificação, da falta de fiscalização, etc. Não nos podemos esquecer que as perdas resultantes são de cerca de 203 milhões de euros/ano.

Artigo completo AQUI.

A UNAC - União da Floresta Mediterrânica vai realizar, no próximo dia 10 de Abril em Coruche, no Observatório do Sobreiro e da Cortiça o Workshop " Gestão de sobcoberto em Montado: opções, impactos e rentabilidade ".

A gestão do sobcoberto em Montado é essencial mas enfrenta diversos desafios: para além dos objetivos intrínsecos globais da exploração agroflorestal, é necessário ter em consideração a proteção do solo, a gestão da concorrência pelo recurso água, a gestão do risco de incêndio, etc., e o impacto económico das diferentes opções técnicas em diferentes perspetivas temporais.

Este workshop está enquadrado num ciclo de transferência de conhecimento designado "+ Conhecimento/ha", que visa a partilha de inovação e a incorporação de práticas de gestão mais adequadas.

Constança Camilo-Alves (UEvora), Jorge Capelo (INIAV), Ofélia Anjos (ESACB), Conceição S. Silva (UNAC), Mário Carvalho (UEvora), José Mira Potes (ESAS) e  António Gonçalves Ferreira (UNAC) são os oradores confirmados para este workshop.

Veja em anexo o programa detalhado.

As inscrições encontram-se de momento encerradas. Para integrar a lista de espera contactar Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. .

 

Barra de Cofinanciamento FEADER

26/03/2018 | Diário de Notícias

Florestas. Operadores florestais criticam as medidas em curso para o reordenamento do território, mas avançam soluções. Um exemplo é colocar os grandes produtores a apoiar a biodiversidade. 

"O Reordenamento do Território e da Floresta" foi o tema do primeiro debate da série Agricultura mais Forte, que o Santander Totta retoma em torno do sector agrícola. Moderada pelo jornalista António Perez Metelo, a Conversa Solta decorreu na passada quinta-feira na sede do Santander Totta, em Lisboa. Entre outros, contou com a presença de António Gonçalves Ferreira, Presidente da UNAC. MAIS

O vencedor do concurso europeu da árvore do ano de 2018 foi revelado hoje, em Bruxelas, na presença de 200 participantes. O Sobreiro Assobiador de Águas de Moura, Portugal, ganhou com 26.606 votos, seguido pelos Ulmeiros ancestrais de Cabeza Buey (22.332 votos) e pelo "Ancião das Florestas de Belgorod" (21.884 votos).

O Assobiador deve o nome ao som originado pelas inúmeras aves que pousam nos seus ramos. Plantado em 1783, este sobreiro já foi descortiçado mais de vinte vezes. Com 234 anos, o Assobiador está classificado como “Árvore de Interesse Público” desde 1988.
Em nome do Sobreiro Assobiador, Nuno Calado, secretário-geral da UNAC - União da Floresta Mediterrânica, recebeu o original troféu de madeira que passa de vencedor a vencedor a cada ano: "Estamos extremamente felizes em trazer reconhecimento a Portugal, através do concurso “European Tree of the Year”. Este sobreiro representa uma enorme contribuição para a biodiversidade e os serviços dos ecossistemas, a luta contra as alterações climáticas, além da contribuição para a economia portuguesa", afirmou. Referiu ainda que "o futuro dos sobreiros e dos Montados depende dos produtores agroflorestais, da escolha do consumidor por vinhos com rolhas de cortiça e de políticas públicas que possam promover elevados níveis de biodiversidade e atividades económicas sustentáveis".

Está a decorrer a 8.ª edição do concurso “Tree of the Year" que conta pela primeira vez com uma árvore portuguesa, o Sobreiro Assobiador, o maior sobreiro de Portugal.

13 países participam este ano na 8ª edição do concurso europeu Tree of the Year. Durante o mês de fevereiro, todos puderam escolher a sua árvore preferida através de um sistema de votação on-line em https://www.treeoftheyear.org.

No próximo dia 21 de março, o vencedor será anunciado na cerimónia de entregas de prémios, no Parlamento Europeu, em Bruxelas.

O Tree of the Year realça a ligação emocional que as pessoas e as próprias comunidades mantêm com as árvores, bem como a sua importância para o património natural e cultural da Europa.

SEMINÁRIO "A Floresta de Produção, um Caminho de Futuro" | 7 de Setembro | AGROGLOBAL

A CELPA - Associação da Indústria Papeleira e a UNAC - União da Floresta Mediterrânica encontram-se a organizar o seminário "A Floresta de Produção, um Caminho de Futuro" que se realiza no próximo dia 7 de setembro, das 14H30 - 18H30, na AGROGLOBAL, em Valada do Ribatejo (www.agroglobal.com.pt).

Programa completo aqui.

Inscriçoes para o e-mail Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. com indicação de nome, entidade e contacto telefónico.

Reunimos um conjunto de especialistas e investigadores de renome - Eng.º Eduardo Diniz (GPP), o Professor Doutor Francisco Avillez (ISA), o Professor António Oliveira das Neves (IESE),o Eng.º Miguel Freitas (AMAL), o Eng.º António Gonçalves Ferreira (UNAC), o Eng.º Rogério Rodrigues (ICNF), a Doutora Teresa Soares David (INIAV), o Eng.º José Luís Carvalho (The Navigator Company), o Eng.º Nuno Borralho (CELPA) e o Eng.º Nuno Coimbra (Quinta da Cholda SA) - para debater os seguintes temas:

- Novas técnicas florestais: utopia ou realidade?

- FLORESTA 2.0: A Floresta de Produção no quadro da Política Florestal.

O Colégio de Engenharia Florestal da Ordem dos Engenheiros, em colaboração com a Universidade de Lisboa, a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, a FORESTIS – Associação Florestal de Portugal e a UNAC – União da Floresta Mediterrânica, pretende que o futuro da floresta portuguesa seja construído sobre soluções racionais, com uma consistente base técnica, que reforcem o seu potencial produtivo, garantam o seu valor ambiental e assegurem a sua dimensão social.

Sumário executivo das conclusões aqui

Pág. 2 de 2
© 2018 UNAC. All Rights Reserved. Powered By Agri-Ciência

Search