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PRESS RELEASE

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Lisboa, 30 de novembro de 2022 – Inicia hoje, pelas 15 horas o período de votação para eleger a árvore que representará Portugal na edição europeia do Tree of the Year 2023. Até ao dia 5 de janeiro, todos podem votar na sua árvore favorita através de um sistema de votação online em https://portugal.treeoftheyear.eu/Vote .


As árvores portuguesas têm sido motivo de orgulho deste concurso nas edições anteriores, onde se classificaram em 1º lugar, no ano 2018 com o “Sobreiro Assobiador” e em 3º lugar nas edições de 2019 e 2022 com a “Azinheira Secular do Monte do Barbeiro” e a “Sobreira Grande”, respetivamente.

Este ano, entre as 39 candidaturas recebidas, foram selecionadas por um júri constituído pelo Dr. António Bagão Félix (autor do livro Trinta árvores), o Eng. Rui Queirós (ICNF – processos de classificação de Arvoredo de interesse público), Francisco Teotónio Pereira (produtor do programa Faça chuva ou faça sol), a Professora Paula Simões (arquiteta paisagista) e o Eng. Pedro Silveira (diretor da UNAC), as 10 árvores que estarão agora em votação.

Nesta seleção foram eleitas árvores com diferentes funções, salientando quer o papel da árvore em termos produtivos - castanha, madeira e outros frutos - como o seu papel nos meios urbanos, com árvores ornamentais. Todas elas são importantes para a Sociedade e para o desenvolvimento sustentável do nosso País, em termos económicos, ambientais e sociais. Escolha a sua e vote!

O período de votação online decorrerá entre os dias 30 de novembro a 5 de janeiro, até às 23h59. O anúncio do vencedor será realizado no dia 6 de janeiro de 2023.

Pode ver as histórias das dez árvores a concurso e votar em: https://portugal.treeoftheyear.eu/Vote

 

Press release na íntegra AQUI.

Anexos: Regulamento e Enquadramento do concurso

 

Lisboa, 25 de outubro de 2022 – Já se encontram abertas as candidaturas para o Concurso Nacional Árvore do Ano 2023. A árvore vencedora irá representar o nosso país no Concurso Europeu 2023.

O propósito do Concurso Árvore do Ano é destacar a importância das árvores antigas na herança cultural e natural. Ao contrário de outros concursos, a Árvore Europeia do Ano não se foca apenas na beleza, no tamanho ou na idade da árvore, mas sim na sua história e relações com as pessoas. Procuramos árvores que se tornaram parte de uma comunidade maior. 

A Árvore Europeia do Ano é uma final constituída pelos vencedores dos diferentes Concursos Nacionais.

Todos os anos a votação para a Árvore Europeia do Ano é organizada pela Environmental Partnership Association (EPA), e a UNAC – União da Floresta Mediterrânica é a organizadora do concurso nacional, que habilita a árvore portuguesa vencedora a concorrer à votação para a Árvore Europeia do Ano.

 

O CONCURSO EM PORTUGAL

A Concurso para Árvore Portuguesa 2023 é aberto à participação de qualquer entidade ou particular - pode consultar as regras e fases detalhadamente no regulamento. Entre as árvores que se candidatam, um júri procede à seleção de 10 árvores que posteriormente ficam disponíveis para votação nacional no portal dedicado ao concurso em Portugal. A árvore com mais votos irá representar Portugal na edição europeia do Concurso European Tree of the Year.

Conhece uma árvore com forte ligação à comunidade? Com uma lenda ou que simplesmente lhe ficou na memória? Participe!

Consulte o Regulamento e a Apresentação do concurso.

Candidaturas em https://forms.gle/8ttpzykF4ryYFrxx5

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“Floresta não consegue concorrer” com a alternativa das centrais solares


Ainda que a instalação de centrais fotovoltaicas não seja o maior problema da floresta nacional, preocupada com a expansão da área de produção, o líder da UNAC admite que esse uso alternativo está noutro patamar de competitividade.

Notícia na integra em: https://unac.pt/index.php/documentos/publicacoes/63-a-necessidade-de-aumentar-a-materia-prima-para-a-globalidade-das-industrias-de-base-florestal-e-resolver-os-estrangulamentos-ao-reforco-da-producao/file

Mais de 120 representantes das 25 entidades subscritoras do "Compromisso Floresta 2030", agregadoras das três fileiras florestais - eucalipto, pinheiro-bravo e sobreiro -, reuniram em Coimbra, a 4 de maio, para debater o futuro do setor e entregar ao Governo preocupações e propostas. Confirmada a presença do monostro do Ambiente, Duarte Cordeiro falhou à última hora, fazendo-se representar pelo Secretário de Estado da Conservação da Naturesa e Florestass, João Paulo Catarino. Foi "uma grande deceção", esta ausência, revelou à "Vida Econõmica" António Gonçalves Ferreira, presidente da UNAC - União da Floresta Mediterrânica e promotor do movimento, que ainda aguarda o agendamento de uma reunião, presencial, com o ministro. "As coisas não podem continuar no caminho em que estiveram nos últimos seis anos". "O Estado tem de nos ouvir".

Notícia na integra em: 2022-06-03-Vida Económica - Entrevista a Gonçalves Ferreira sobre o Movimento Floresta 2030.pdf (unac.pt)

 

Lisboa, 1 de Abril de 2022 - A UNAC não concorda com a abordagem prescritiva à gestão das ZEC, onde o conjunto de medidas regulamentares e complementares apresentado se foca apenas em questões de conservação, esquecendo a função de produção agroflorestal que está na base dos valores ecológicos destas áreas. Consideramos que não é possível criar planos de gestão de sistemas tão complexos, de uma forma adequada e equilibrada, sem considerar a principal das suas vertentes.
 
O que estas propostas de regulamentos fazem é criar um conjunto de limitações que pretendem promover a componente de conservação, limitando a componente produtiva, sem quaisquer contrapartidas. Assim, corre-se o risco de prejudicar, a prazo, grandemente a produção e como consequência a sustentabilidade total do ecossistema. A perda de capacidade produtiva e de rendimento a ela associada poderão levar ao abandono, o que, por sua vez aumenta fortemente o risco de incêndio e tem como impacto a total destruição das espécies e habitats que se pretendem conservar.
 
Os produtores florestais são o principal vetor da perenidade das opções produtivas que garantem um uso equilibrado dos recursos, assegurando a viabilidade económica destas regiões e potenciando os atributos ambientais que elas encerram. Sem esta presença e o modelo de produção que é implementado, um mosaico agroflorestal extensivo, com polos de regadio e bolsas de biodiversidade, as ZEC não teriam os atributos que hoje pretendemos proteger de forma mais visível.

 

Documentos para consulta: Participação UNAC nas Consultas Públicas das ZEC Cabeção, Cabrela, Monfurado, Moura-Barrancos

 

Lisboa, 22 de março de 2022 – Após 3 anos de interregno, o prémio da Árvore Europeia de 2022, voltou a ser celebrado presencialmente em Bruxelas, num ano em que no pódio estiveram três carvalhos – dois carvalhos alvarinho e um sobreiro. A Sobreira Grande, de Vale Pereiro, representante de Portugal no concurso europeu ficou em 3º lugar com 70.563 votos, marcando presença no pódio, tal como já tinha acontecido nas edições de 2018 e 2019, com o Sobreiro Assobiador e a Azinheira secular do Monte do Barbeiro.

O Carvalho Dunin, da Polónia, foi o grande vencedor desta edição com um máximo histórico de votos (179.317), seguido pelo Carvalho da Floresta do Banquete de Conxo, em Espanha, com 168.234 votos. O interesse gerado pelo concurso continua a aumentar, com o número total de votantes a atingir este ano 769.212.

Conhecidos por serem árvores longevas e de grande porte, os carvalhos prestam-se a belas imagens adequados ao concurso da Árvore do Ano, mas as suas florestas são também importantes fontes de recursos que asseguram à Sociedade, não só madeira, cortiça e bolota, mas também inúmeros serviços de ecossistema fundamentais à adaptação e mitigação das alterações climáticas – sequestro de carbono, conservação do solo e da água e proteção à biodiversidade. A manutenção destas florestas em áreas rurais, tem um papel determinante na economia das regiões, na qualidade de vida das populações, e na redução do risco de incêndio.

 

Press Release na íntegra AQUI

Conheça as árvores a concurso e assista ao vídeo da cerimónia de Entrega de Prémio Árvore Europeia do Ano 2022 (https://www.treeoftheyear.org/Results)

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Lisboa, 4 de março de 2022 – 25 entidades comprometem-se em colaborar numa estratégia de futuro para a FLORESTA NACIONAL a concretizar no espaço de uma década (até 2030).

As organizações, entidades e empresas subscritoras deste compromisso expressam ao Futuro Governo de Portugal e aos Portugueses o empenho em contribuir ativa e positivamente para, no espaço de uma década, concretizar um quadro promotor de uma Floresta com Futuro, disponibilizando para tal os seus meios, conhecimentos e vontades. Só juntos estaremos aptos a construir uma Floresta mais bem gerida, mais plural, mais inclusiva, mais resiliente, mais valorizada e agregadora ambiental e socialmente, transgeracional e reconhecida. Uma Floresta que seja fator de segurança contra as alterações climáticas, elemento chave de uma bioeconomia inovadora e que recupere a confiança da Sociedade e o reconhecimento político dos Portugueses.

Para informação adicional sobre este assunto, agradecemos contacto para Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

Consultar o documento

 

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Lisboa, 24 de janeiro de 2022 – Pela segunda vez, um sobreiro irá representar Portugal no concurso europeu da Árvore do Ano, demonstrando desta forma o apreço dos portugueses pelo mundo rural e pelas suas florestas e pela árvore nacional.

Com 250 anos, a Sobreira Grande, localizada no Vale do Pereiro, no concelho de Arraiolos, representa a típica paisagem alentejana e ganhou o Concurso da Árvore Portuguesa do ano 2022 com 3.317 votos, na votação mais participada deste concurso nacional, até à data de hoje. O segundo e terceiro lugares foram ocupados, respetivamente, pela Melaleuca Armilaris da Quinta das Pratas (Cartaxo) com 1.898 votos e pela Oliveira Real (Faro) com 1.700 votos.

O público decidiu entre 10 árvores candidatas, num total de votos registados de 15.588. Os resultados finais da votação foram:

    1. A Sobreira Grande | Arraiolos
    2. Melaleuca Armilaris da Quinta das Pratas | Cartaxo
    3. Oliveira Real | Faro
    4. Magnólia do Jardim da Casa da Criança D. Leonor | Leiria
    5. Oliveira de Mouchão | Abrantes
    6. Oliveira Milenar | Faro
    7. Plátano Gigante da Quinta de Fôja |Coimbra
    8. O Guardião d’ El Rei | Leiria
    9. O Esconderijo | Coimbra
   10. O Metrosídero do Campo de São Francisco | Ponta Delgada

A Sobreira Grande, este magnífico exemplar de sobreiro de grande dimensão que chegou até hoje, é um ilustre representante da resiliência e resistência dos montados e dos produtores florestais ao tempo e às adversidades. Incluindo-se aqui as alterações climáticas, a ausência continuada de políticas públicas que defendam convenientemente este setor e as suas características peculiares de gestão e rendimento, cujos resultados ocorrem sempre a muito longo prazo e a luta de uma matéria-prima natural de excelência num mercado que poucas vezes concretiza em valor a vontade que os consumidores têm em defender o ambiente, a natureza e a biodiversidade.

Os montados de sobro em conjunto com os montados de azinho, representam um terço da floresta nacional e são o manto protetor de territórios altamente suscetíveis à desertificação e ao despovoamento. Garantir a dimensão económica e social dos montados é determinante na luta contra a perda de vitalidade, a conversão para outros usos ou o aumento da incidência dos incêndios.

Sem pessoas e sem economia, não haverá florestas bem geridas e os valores ambientais a defender no futuro estarão menos presentes e correrão maiores riscos. São essenciais políticas de desenvolvimento, que promovam e remunerem boas práticas no mundo rural e mantenham a resiliência dos recursos naturais.

A Sobreira Grande, irá representar Portugal no concurso europeu Tree of the Year, cujas votações decorrem on-line durante o mês de fevereiro de 2022. As histórias das dez árvores nacionais que estiveram a concurso encontram-se disponíveis em: https://portugal.treeoftheyear.eu, bem como os resultados do concurso nacional.

 

PORTUGAL 03 ETY2022 credit Manuel Piteira

                                                                                                                                                                                                Manuel Piteira, Município de Arraiolos

 

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Lisboa, 29 de outubro de 2021 – Inicia-se hoje a 4ª edição da iniciativa nacional, liderada pela UNAC, para eleição da Árvore do Ano 2022. O período de candidaturas decorre de 29 de Outubro a 16 de Novembro de 2021 de acordo com o regulamento disponível em www.unac.pt .
Num momento em que o papel das florestas é de particular importância no combate às alterações climáticas, o concurso da Árvore do Ano pretende mais uma vez celebrar a história de uma árvore especial que pode ser escolhida por si.
As árvores são responsáveis pela produção de matérias primas indispensáveis à nossa vivência, como a madeira, a cortiça, o pinhão ou a bolota, suportando outras espécies de animais e plantas, garantindo ainda um conjunto de serviços de ecossistema relevantes para a Sociedade – sequestro de carbono, biodiversidade, conservação do solo e da água, paisagem e cultura.
É precisamente sobre estes valores que incide o concurso. Conhece uma árvore especial? Conhece a sua história? Esta é uma forma de a perpetuar no tempo para as próximas gerações, salientando quer o papel da árvore numa comunidade rural, ou a sua imponência esquecida no meio da floresta ou até numa praceta em ambiente urbano.
Uma árvore é uma árvore, sem segregar espécies ou produções, porque todas, sem exceção, têm contribuído e podem contribuir de forma decisiva para o desempenho ambiental futuro.

Concorra! Dê-nos a conhecer a sua árvore!

 

Consulte os documentos: Regulamento e Apresentação do concurso

 Formulário de inscrição AQUI

Press Release na íntegra AQUI

 

Concurso com o apoio institucional

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14 de julho de 2021, Lisboa – Após um processo enviesado de consulta pública onde as questões listadas sobre a Estratégia Florestal Europeia (EUFS) potenciavam em particular a componente ambiental, a UNAC, representando os sistemas agroflorestais mediterrânicos, deu o seu contributo através de resposta ao inquérito salientando a relevância da componente económica na manutenção da sustentabilidade ambiental e social, mas também evidenciando os riscos da naturalização em ecossistemas mediterrânicos, como os que existem em Portugal, onde o risco de incêndio é um dos principais fatores a considerar na gestão florestal.

Com base na versão draft da EUFS a que teve acesso, a UNAC manifesta o seu desacordo com o conteúdo proposto, nomeadamente:
          • Pela desconsideração da opinião do sector florestal
          • Na informação sobre o sector incorreta e sem fontes mencionadas
          • Na importância da multifuncionalidade e da gestão florestal sustentável
          • No papel da bioeconomia para além dos produtos de ciclo longo de retenção e integrada em cadeias de valor
          • Em apoios financeiros que não impeçam o desenvolvimento económico do sector
          • Com novos processos de certificação florestal.


Salientamos que o documento deveria ter sido discutido com as entidades responsáveis do sector, conforme explicitado no documento da EUFS: “incluindo todos os atores envolvidos na definição da estratégia e das medidas futuras”.

A abordagem transversal da Estratégia Florestal Europeia claramente não acautela futuros cenários de alterações climáticas, mais gravosos no sul da Europa, com consequente aumento do risco de incêndio, onde apenas estratégias de prevenção através de gestão florestal ativa poderão evitar cenários de catástrofe como os que ocorreram em Portugal e na Grécia, num passado recente.

Por fim, consideramos que a abordagem feita aos produtos florestais não lenhosos, é redutora da sua abrangência e do seu potencial em termos de mitigação das alterações climáticas, parecendo dirigir unicamente esforços da Europa para o turismo rural e colocando em segundo plano a relevância que os sistemas florestais e agroflorestais multifuncionais têm enquanto fornecedores destes produtos e na manutenção do equilíbrio económico e social das zonas rurais.

 

PRESS RELEASE e DOCUMENTO DE SUPORTE disponíveis para consulta.

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